O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 02 de Maio de 2017
  1. Há muitas vidas em Fátima e há Fátima em muitas vidas.

Mas não basta viver Fátima. É necessário que nos esforcemos por «fatimar» a nossa vida.

 

  1. Fátima é ponto de chegada para tantos roteiros de peregrinação.

E é imperioso que se torne ponto de partida para renovados caminhos de conversão.

 

  1. As pessoas acostumaram-se a levar a vida até Fátima.

É, porém, indispensável que se habituem igualmente a trazer Fátima até à sua vida.

 

  1. Fátima não se sobrepõe ao que já se conhece. Fátima é o eco para hoje do Evangelho de sempre.

No fundo, «fatimar» é evangelizar em tons de urgência.

 

  1. Como notou São João Paulo II, a Igreja, ao aceitar Fátima, reconheceu que a sua mensagem «contém uma verdade e umchamamentoque, no seu conteúdo fundamental, são a verdade e o chamamento do próprio Evangelho».

Tal como o Evangelho nos traz o apelo de Jesus à mudança (cf. Mc 1, 15), também Fátima nos faz chegar o chamamento de Maria à conversão.

 

  1. É por isso que, embora não fazendo parte da Revelação pública, a mensagem de Fátima está em conformidade com ela.

O que Jesus legou para todos os tempos foi reproduzido por Maria para este nosso tempo.

 

  1. Logo em Maio de 1917, Maria propõe aos pastorinhos que se «ofereçam a Deus».

Deus é o centro da vida e o destino final da conversão. Converter é — essencialmente — verter a vida para Deus.

 

  1. É neste sentido que cada «mariofania» redunda sempre numa poderosa «teofania».

Em Fátima, Maria  assume-Se como «caminho que nos conduzirá até Deus».

 

  1. Ela recorre aos mais pequenos para abanar os que se consideram «sábios e inteligentes» (Mt 11, 25).

Os grandes mostram-se armados pelos poderes do mundo. Os humildes preferem sentir-se amados pela presença de Deus.

 

  1. É natural que nos «vistamos» com a nossa vida para chegar a Fátima. Mas é vital que nos «revistamos» de Fátima para retomar a nossa vida.

Fátima não pode ser apenas uma experiência diferente no meio de uma vida indiferente. Há que acolher a chama da transformação que Fátima vem acender nesta nossa (humana) peregrinação. A Fátima não é admissível ir só em passeio. Foi para nos converter que a Mãe à nossa terra veio!

publicado por Theosfera às 10:24

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