O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 13 de Junho de 2014

Não têm dúvidas nem medos. Habitam em mil certezas. Conseguem ter charme.

Nunca se arrependem. Raramente procrastinam. São implacáveis. Enganam muito. E, habitualmente, saem-se bem.

São assim os psicopatas. E é mais ou menos assim que os apresenta o estudo de Kevin Dutton.

Atenção. Muitas vezes, o psicopata tem uma aparência civilizada.

Ninguém o identifica como tal. E, muito cuidado, a tendência para o crescimento destes casos é exponencial.

O factor decisivo resulta da combinação entre rapidez e superficialidade. Quanto mais rápido, mais superficial.

O cérebro das pessoas recebe, hoje, tanta informação como um homem da Idade Média em toda a vida.

Não há uma avaliação devida do que se recebe. O aprofundamento é quase nulo.

Vive-se ao ritmo do instante e ao sabor do instinto.

Por outro lado, as referências são outras. Já não são os pais ou os professores. São sobretudo os futebolistas e os artistas. Os ídolos quase afogam os ícones.

O que devia importar era ser decente a todo o custo. Mas o que importa é ser famoso. A qualquer preço.

E o certo é que o acto de um psicopata tem mais audiência do que a vida inteira de um benfeitor.

Ao fim e ao cabo, os psicopatas são uma ameaça para a sociedade. Mas são também uma emanação da sociedade!

publicado por Theosfera às 10:52

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