O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017

Apesar da sua continuidade territorial, a Península Ibérica nunca formou uma unidade nacional.


Essa foi a ambição de Castela. Mas a sua pretensão hegemónica deparou sempre com resistências.


Na frente ocidental, ergueu-se há séculos um «obstáculo» chamado Portugal.


Desde o século XVII, a «questão portuguesa» ficou fechada. Mas há «feridas» que continuam abertas.

 

As Vascongadas nunca se conformaram e, agora, é a Catalunha que se levanta.


 Não sei como é que tudo isto vai terminar. Mas não é fácil antever momentos difíceis, de apurada complexidade.


No tempo da globalização, pode parecer estranha esta pulsão nacionalista.


 Mas a experiência mostra que a consciência global coexiste com o fervor nacional. Daí até a expressão «glocal» para caracterizar a cultura do nosso tempo.


 Nenhum país nasceu de forma totalmente pacífica. Espero que o bom senso prevaleça. E desejo que quem está perto no espaço não se torne distante no afecto.


Se somos vizinhos, porque é que não havemos de ser irmãos?

publicado por Theosfera às 11:20

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