Está visto. Não há solução sem acordo e não adianta haver acordo se não houver solução.
O terreno que os europeus estão a pisar é cada vez mais deslizante.
Formalmente, as decisões até são inatacáveis.
O poder grego vai ouvir o seu povo. É possível que este tenha dificuldade em aceitar as condições do novo empréstimo.
Acontece que se os países credores ouvissem os povos, também teriam dificuldade em obter autorização para conceder empréstimos.
Todos nos recordamos, aquando do nosso resgate, dos ecos que saltitaram em alguns países.
Várias vozes se levantaram opondo-se a uma ajuda financeira. Quando o dinheiro toca, há reservas que disparam. U
ma moeda única sem governo único é coisa complicada. Devíamos começar a união europeia pela política.
Uma moeda única com políticas tão opostas resultará? Que resulte a solidariedade!

