O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 18 de Outubro de 2016

 

  1. O Evangelho é palavra e vida. Está escrito em palavras para ser inscrito nas nossas vidas.

É por isso que o Evangelho se torna — saudavelmente — contagioso. Quem o acolhe nunca o encolhe. E quem o consegue encontrar jamais conseguirá parar.

 

  1. Ser cristão não é outra coisa senão viver e anunciar o Evangelho de Jesus Cristo.

Não é possível vivê-lo sem o anunciar. E é impossível anunciá-lo sem o viver.

 

  1. Só quando o alcança é que a alma humana verdadeiramente descansa.

Nessa altura, nunca mais se cansa. Nem o sofrimento lhe apouca o ânimo ou diminui a alegria (cf. 2Tim 2, 8).

 

  1. Pelo Evangelho vale tudo: viver, sofrer e até morrer.

Só não vale, obviamente, matar. Matar seria tirar a vida. Estar disposto a morrer consiste em oferecer a vida.

 

  1. Na evangelização, a própria morte pode ser lucro (cf. Fil 1, 21).

Nem a prisão do evangelizador é capaz de aprisionar o Evangelho (cf. 2Tim 2, 9).

 

  1. Não espanta, assim, que São Paulo tenha ido ao ponto de caucionar um certo «maquiavelismo cristão».

Para o Apóstolo, evangelizar é um fim que parece justificar qualquer meio.

 

  1. É que alguns evangelizam por «inveja e rivalidade» (Fil 1, 15) ou com «segundas intenções» (Fil 1, 18).

O importante, porém, é que «Cristo seja anunciado» (Fil 1, 18).

 

  1. É claro que o melhor é estar na evangelização com mãos limpas e coração recto.

Todavia, mesmo que o Evangelho seja difundido por alguém contaminado por «segundas intenções», ele não deixará de chegar a tantos que alojam «boas intenções» (Fil 1, 15).

 

  1. O fundamental é investir no testemunho. Uma vida «digna do Evangelho de Cristo» (Fil 1, 27) é o mais belo investimento pastoral.

O testemunho quase dispensa as palavras. A vivência é muito mais eloquente que a maior eloquência.

 

  1. Num tempo em que praticamente não nos envergonhamos de nada, porque é que, tantas vezes, nos envergonhamos de dar testemunho do Evangelho (cf. 2Tim 1, 8)?

Não tenhamos vergonha do Evangelho de Jesus. É ele, e não outro, que devemos anunciar (cf. Gál 1, 8). Anunciemo-lo então: quando for oportuno e (sobretudo) quando parecer inoportuno (cf. 2Tim 4, 2). A adversidade há-de servir não para estagnar ou para recuar, mas apenas — e sempre — para avançar!

 

publicado por Theosfera às 10:24

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