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Sábado, 27 de Setembro de 2014

Qual o futuro do livro?

Nunca se terão escrito tantos livros. Nunca, talvez, se tenham lido tantos livros.

E, no entanto, parece subsistir uma sensação estranha.

Os melhores livros não serão os mais lidos. O livro de leitura rápida é o mais consumido.

O livro que questiona e que convida a reflectir parece estar na penumbra.

George Steiner sublinha que «nunca os verdadeiros livros foram tão silenciosos». Ou tão silenciados, diria eu.

O sistema educativo ressente-se.

«A educação moderna cada vez mais se assemelha a uma amnésia institucionalizada. Deixa o espírito vazio do peso das referências vividas. Substitui até o saber de cor, que é também um saber do (cor)ação, pelo caleidoscópio transitório dos saberes efémeros. Reduz o tempo ao instante e vai instilando em nós uma amálgama de heterogeneidade e de preguiça»!

publicado por Theosfera às 21:58

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