O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 16 de Novembro de 2014

O que decide o nosso destino final não é o mero saber. É sobretudo o saber fazer e, mais concretamente, o saber amar.

É por isso que, na pauta para o juízo final, Jesus propõe, como critério supremo, não o amor da ciência, mas a ciência do amor.

A ciência do amor tem o nome de misericórdia.

Segundo Sto. Agostinho, os saudados como «benditos de Meu Pai» são os que usam de misericórdia. Os outros são os que não usam de misericórdia.

A misericórdia é um exercício de amor, mas é igualmente um acto de lucidez. Ela ajuda-nos a perceber que o que repartimos não é nosso; é de Deus.

Se tudo é dom, então importa perceber que damos do que (nos) foi dado.

O referido Sto. Agostinho pergunta a cada um de nós: «De quem é o que dás senão d'Ele? Se desses do que era teu, seria liberalidade, mas porque dás do que é d'Ele, é uma restituição».

É que Deus está no homem, especialmente nos mais pequenos. Tudo o que for feito aos mais pequenos, é feito ao próprio Deus (cf. Mt 25, 40).

Toda a dádiva é, pois, uma restituição.

Afinal, nada é nosso. Tudo é de Deus.

O que passa por nós não deve estacionar (apenas) em nós!

publicado por Theosfera às 21:01

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