O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 23 de Maio de 2017
  1. Francisco veio recordar-nos o importante e acordar-nos para o urgente.

É importante saber — e sentir — que «temos Mãe». E é cada vez mais urgente perceber o que importa fazer com o «manto de luz» que da Mãe nos vem.

 

  1. O pregão que, em Fátima, se ouviu há-de mobilizar-nos para todo um programa que, em Fátima, se (re)abriu.

Maria não veio «para que A víssemos». Veio para que, com Ela, possamos ver melhor Jesus.

 

  1. Agarremo-nos, então, a Maria e vivamos «da esperança que assenta em Jesus».

Que fazer, entretanto, com o «manto de luz» que, em Fátima, nos é estendido pela Mãe de Jesus?

 

  1. Em primeiro lugar, reaprendamos a «contemplar o verdadeiro rosto de Jesus».

Em segundo lugar, redescubramos «o rosto jovem e belo da Igreja […], pobre de meios e rica no amor».

 

  1. Em terceiro lugar, falemos com Deus «com a esperança de que os homens nos escutem».

Em quarto lugar, falemos com os homens «com a certeza de que Deus nos vale».

 

  1. Em quinto lugar, alimentemos o desejo de «estar junto de “Jesus Escondido", no Sacrário».

Em sexto lugar, nunca esqueçamos que «a vida só pode sobreviver graças à generosidade de outra vida».

 

  1. Em sétimo lugar, lembremos a todos que Deus quer ser uma presença «constante nas suas vidas».

Em oitavo lugar, fiquemos ao lado «dos doentes e das pessoas com deficiência, dos presos e desempregados, dos pobres e abandonados».

 

  1. Em nono lugar, não fujamos da Cruz, tanto mais que, antes de nós passarmos por ela, já Jesus esteve nela. Ele «desceu à Cruz para nos encontrar, a nós».

Em décimo lugar, sejamos «sentinelas da madrugada», oferecendo uma «esperança para os outros». Só assim impediremos que a nossa esperança seja uma «esperança abortada».

 

  1. É que, enquanto o que ambicionamos para nós nunca está garantido, o que damos aos outros está sempre a ser realizado.

Não residirá aqui a vitória sobre a «indiferença que gela o coração e agrava a miopia do olhar»?

 

  1. O programa do Papa Francisco é um programa inteiramente cristocêntrico. Centrado em Cristo, ele tem igualmente o «carimbo maternal» de Maria, sempre atenta aos Seus filhos mais necessitados.

Não desbaratemos o ardor missionário que Francisco reacendeu em Fátima. No centenário!

publicado por Theosfera às 10:52

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