O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 29 de Outubro de 2014

Basta o que sofremos na realidade, porquê sofrer por antecipação?

Porquê sofrer com aquilo que ainda não aconteceu?

Porquê sofrer com aquilo que pode nem sequer acontecer?

Mark Twain, com alguma dose de sarcasmo, confessou: «Eu sofri por muitas catástrofes na minha vida, mas a maioria nunca aconteceu».

Procuremos travar o fluxo da ansiedade!

publicado por Theosfera às 10:48

De Evágrio Pôntico a 29 de Outubro de 2014 às 17:25
Parece-me que quase todos nós, uns mais do que outros, sofremos por antecipação, muitas vezes com algo que nunca chega (chegará) a ocorrer...

Este fenómeno está a tornar-se cada vez mais premente no Portugal de hoje, mercê das condições sociais que se degradam a olhos vistos, dos litígios que aumentam, da ausência de exemplos de seriedade e honestidade dos homens que governam o País, da falta de segurança nas instituições que, dantes, eram marco de estabilidade, e, hoje, se desmoronam...

O respeito entre as pessoas quase que desapareceu, já não há normas, nem padrões de convivência...
E nas escolas, qualquer fedelho (ou os seus pais…) malcriado sente-se no direito de insultar os mais velhos, de agredir os seus professores...

Uma nova sociedade - sem valores, nem referenciais - está a nascer em Portugal. As alterações legislativas têm fomentado todo este estado de coisas, promovendo a desculpabilização dos delinquentes e a impunidade dos que cometem grandes fraudes (por via de regra, gentalha da política, como se sabe, ou mancomunada com os políticos…).

Por outro lado - e sempre na esteira de levar o País ao fundo, nos seus alicerces morais, tem sido aprovada (onde está o PR…?!) sucessiva legislação com o escopo de destruir a Família, edifício imprescindível e cerne de toda a sociedade feliz e bem organizada !

Como Cícero, temos de invectivar a pérfida canalha política e perguntar-lhe, corajosamente, e com consequências : "Quousque tandem abutere patientia nostra…?!" Até quando (se permitirão) abusar da nossa paciência…?!

De Evágrio Pôntico a 29 de Outubro de 2014 às 17:44
Permita, Sr. Padre João, que corrija o texto enviado anteriormente, onde ocorreram pequenos lapsos de escrita:
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Parece-me que quase todos nós, uns mais do que outros, sofremos por antecipação, muitas vezes com algo que nunca chega (chegará) a ocorrer...

Este fenómeno está a tornar-se cada vez mais premente no Portugal de hoje, mercê das condições sociais que se degradam a olhos vistos, dos litígios que aumentam, da ausência de exemplos de seriedade e honestidade dos homens que governam o País, da falta de segurança nas instituições que, dantes, eram marco de estabilidade, e, hoje, se desmoronam...

O respeito entre as pessoas quase que desapareceu, já não há normas, nem padrões de convivência...
E nas escolas, qualquer fedelho (ou os seus pais…) malcriado sente-se no direito de insultar os mais velhos, de agredir os seus professores...

Uma nova sociedade - sem valores, nem referenciais - está a nascer em Portugal. As alterações legislativas têm fomentado todo este estado de coisas, promovendo a desculpabilização dos delinquentes e a impunidade dos que cometem grandes fraudes (por via de regra, gentalha da política, como se sabe, ou mancomunada com os políticos…).

Por outro lado - e sempre na esteira de levar o País ao fundo, nos seus alicerces morais - tem sido aprovada (onde está o PR…?!) sucessiva legislação com o escopo de destruir a Família, edifício imprescindível e cerne de toda a sociedade feliz e bem organizada !

Como Cícero, temos de invectivar a pérfida canalha política e perguntar-lhe, corajosamente, e com consequências : "Quousque tandem abutere patientia nostra…?!" Até quando abusarão (se permitirão abusar) da nossa paciência…?!


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