O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 11 de Março de 2016
  1. Não imaginamos a importância que têm as mãos.

As mãos servem para unir, para agregar, para juntar, para vencer.

 

  1. As vitórias não existem apenas para quem chega em primeiro. As vitórias vão sempre ao encontro de quem se esforça mais.

O esforço é importante. A paciência é fundamental. E a persistência é decisiva.

 

  1. Se repararmos, as nossas mãos são muito rotineiras. Repetem, praticamente todos os dias, os mesmos gestos.

E é isso que faz a diferença.

 

  1. Quem tem alguma experiência sabe bem o valor que têm as mãos. Sabe que as suas mãos não nada sem as mãos dos outros.

Dando as mãos consegue-se muito. Passando a bola de mão para mão, o caminho para o sucesso fica mais aberto e a vitória apresenta-se mais próxima.

 

  1. As mãos sinalizam a coexistência, a convivência, a cooperação.

As nossas mãos também precisam das mãos dos outros. As mãos dos outros tornam melhores as nossas próprias mãos.

 

  1. O trabalho de equipa eleva cada um dos seus membros a um nível mais elevado. O conjunto aproxima a perfeição. Em conjunto, superamo-nos e transcendemo-nos.

É imperioso que apareçam «mãos» para abrir «portas» que se mantêm fechadas.

 

  1. Segundo a Bíblia, Deus também tem «mãos».

As «mãos» de Deus invocam o Seu poder (cf. Deut 4, 34), mas evocam acima de tudo o Seu amor para com o justo (cf. Sal 89, 22; Jb 5, 18; Sab 3, 1).

 

  1. Conta-nos São Lucas (23, 46) que o Filho de Deus, antes de exalar o último suspiro, entregou-Se completamente nas Suas «mãos»: «Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito».

Daí que até Antero de Quental tenha recorrido a esta imagem para se dirigir aos céus: «Na “mão de Deus”, na Sua mão direita, repousa, afinal, meu coração».

 

  1. Não é só o andebol que se joga com as mãos.

A vida também se decide com as mãos.

 

  1. Que o futuro nunca separe o que as «mãos» têm conseguido unir!
publicado por Theosfera às 10:16

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