Para George Steiner, hoje «não há mais começos».
O que temos, actualmente, «são muitos finais».
Mas não será cada fim prenúncio de um novo começo?
Nunca desistamos de (re)começar!
Para George Steiner, hoje «não há mais começos».
O que temos, actualmente, «são muitos finais».
Mas não será cada fim prenúncio de um novo começo?
Nunca desistamos de (re)começar!