O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2016

Respeito toda a gente e não julgo ninguém até porque o juízo é de Deus (cf. Deut 1, 17).

Mas há coisas que, por mais que me esforce, não encaixo.

Achava eu que «morte assistida» era morte acompanhada, não morte provocada.

É preciso, sem dúvida, acompanhar quem morre, mas não provocar-lhe a morte.

Aliás, não devia haver assistência só na morte. Devia haver sempre assistência em vida.

Há muita eutanásia por antecipação. Há quem provoque a morte durante a própria vida.

A injustiça, a suspeita e a calúnia não eutanasiam precocemente tantas vidas?

É preciso aliviar o sofrimento de quem sofre. E o melhor alívio é sempre a presença.

Dizem para não metermos Deus nesta discussão.

Esse é o problema. Deus é para sempre: para a vida e para a morte.

Deus é indispensável para viver e é fundamental para sobreviver mesmo depois de morrer!

publicado por Theosfera às 09:38

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