O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 12 de Agosto de 2018

Neste dia 12 de Agosto,

há vinte e nove anos,

estava, Senhor, prostrado diante de Ti para me consagrar a Ti e, em Ti, a todos os irmãos.

Tu, Senhor, nunca faltaste. Tu, Senhor, nunca me deixaste. Nas horas mais escuras, nos momentos de maior tormenta, eu bati sempre à Tua porta e Tu marcaste sempre presença na minha vida.

Por isso, Te louvo.

Por tudo Te agradeço.

À Tua (e nossa) Mãe renovo a consagração da minha vida

e a entrega do meu sacerdócio.

Como Ela, quero pronunciar uma única palavra: sim! Sim a Ti, Senhor, Sim à Igreja, Sim à paz, à reconciliação. Sim à amizade. Sim a cada ser humano. Mantenho o propósito da primeira hora: viver totalmente des-centrado de mim, estar plenamente centrado em Ti. Recebe, Senhor, a minha vida, acolhe o meu ser. Modela o meu espírito. Orienta os meus passos. Sê Tu em mim para que, em Ti, possa ser sinal do Teu imenso amor pela humanidade.

Obrigado, Senhor, por todos os dons.

Obrigado pelo dom de cada instante.

Obrigado pelo dom de cada pessoa.

Obrigado por fazeres das noites escuras começos de manhãs radiosas.

Obrigado pelas clareiras que fazes brilhar nas sombras.

Que nunca seja eu.

Que sejas sempre Tu em mim.

 

Há vinte e nove anos que sou padre.

Não por mim. Mas para Ti. E para todos os Teus.

Ajuda-me, Senhor, a ser sempre padre

como Tu queres e até quando Tu quiseres.

 

Obrigado pelos Pais que me deste.

Obrigado pelas pessoas que me têm acompanhado.

Obrigado por tanto.

Obrigado por tudo.

Obrigado, Senhor!

Com as minhas limitações e debilidades, a maior das minhas alegrias é ser padre até ao fim dos meus dias. Haja o que houver, só quero ser o Deus quiser. Obrigado, bom Deus, por me teres escolhido. Obrigado a todos por, em cada dia, me terem acolhido. Rezem para que eu siga Cristo até ao fim. E que faça o que Ele quiser fazer de mim!

É para Maria que de novo me volto. É a Maria que imploro: «Maria, Senhora/ do mais fundo de mim/ eu rezo, eu peço/ acompanha-me até ao fim». Eu sei que sempre me acompanharás. Nunca me tem faltado a Tua paz. Obrigado, pois, por quanto me dás, Mãe!

publicado por Theosfera às 11:25

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