O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 20 de Fevereiro de 2016

Muitas das pessoas que marcaram a nossa vida já não estão vivas. Pelo menos, já não estão vivas na terra.

Ontem, foi Umberto Eco que se apagou. Mas o seu legado não se extinguiu.

Notei que, nos últimos tempos, andava desencantado com o mundo. Não se revia no rumo deste mundo.

A acidez assomava, com espantosa frequência, aos seus lábios.

A democratização da comunicação não o entusiasmava. Pelo contrário, chegava a assustá-lo: «Quando todos têm direito à palavra, damo-la a idiotas».

Não diria tanto. Mas uma coisa é certa. Nestes tempos, há que estar preparado para tudo!

publicado por Theosfera às 07:52

De M. a 20 de Fevereiro de 2016 às 19:21
Não querendo que esta nota seja inoportuna.
Umberto Eco, era Ateu.
Dai talvez, a sua forma de ver o Mundo.

De Anónimo a 22 de Fevereiro de 2016 às 04:10
Com todo o respeito, não concordo com o comentário de M.
Ser ateu, ou não, julgo que nada tem a ver com a afirmação (desilusão) do grande pensador.

O facto de, hoje, os governos quererem (talvez por política populista) democratizar tudo, procurando dar acesso a todos para todos se poderem pronunciar sobre tudo, é uma atitude imbecil e insensata. Pois nem todos têm a mesma capacidade, cultura e experiência de vida, para se poderem pronunciar sobre todo e qualquer assunto.

Podem fazê-lo, é claro, alicerçados na permissiva liberdade que permite que se digam (e se cometam) as maiores barbaridades...

De Evágrio Pôntico a 22 de Fevereiro de 2016 às 13:44
Por lapso, o comentário anterior não foi assinado, aparecendo, por isso, como "Anónimo".
Rectifico agora. E volto a pedir a todos que se identifiquem, ao menos com pseudónimo (é o meu caso), pois, assim, é mais fácil trocar opiniões com os comentadores deste interessante blogue.
Evágrio Pôntico

De Evágrio Pôntico a 22 de Fevereiro de 2016 às 14:48
Com o pedido de desculpa, permita, Sr. Padre João, que rectifique, de novo, o meu anterior comentário, que ficará assim:

Com todo o respeito, não concordo com o comentário de M.
Ser ateu, ou não, julgo que nada tem a ver com a afirmação (desilusão) do grande pensador.

Hoje, com a ilusão da democracia (pseudo-democracia, propagandeada por políticos populistas…), a que, erradamente, é associada a ideia de permissão absoluta para tudo, cultiva-se a ideia de que todos podem ter opinião sobre tudo e mais… Ora, tal ideia é absolutamente insensata, pois, como é bem de ver, nem todos têm a mesma capacidade, cultura, experiência de vida e sensatez para saber ajuizar sobre todo e qualquer assunto…

Podem fazê-lo, é claro, alicerçados na falsa e ilusória sensação de liberdade que permite que se digam (e se cometam) as maiores barbaridades...


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