O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015

Kafka não foi «kafkiano» só para os outros. Também terá sido suficientemente «kafkiano» para si mesmo.

Não é fácil perceber o que ele escreveu. Mas os seus diários mostram que nem ele terá conseguido entender o que ele mesmo era.

«Quem sou eu, afinal?» As palavras que gravitam em torno desta pergunta adensam ainda mais o mistério.

É possível que, para Kafka, a linguagem fosse mais um biombo do que um espelho.

Talvez fosse uma forma de se resguardar. Ou de se revelar, resguardado!

publicado por Theosfera às 10:33

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