O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015

Nem todas as palavras são garantia de verdade.

Há quem diga o que sabe e confesse o que sente.

Mas também não falta quem não diga o que sabe e confesse o que não sente.

Aliás, Fernando Pessoa, armadilhado com alguma ironia, recomendava: «Confessa, sim; mas confessa o que não sentes». Dá menos problemas e até pode dar vantagens.

Mas são estas vitórias à custa da verdade (e nas costas da autenticidade) que putrefazem a vida.

Se não podemos dizer o que sabemos ou confessar o que sentimos, não digamos nada.

O silêncio é como uma página em branco. Pode que ser que uns consigam lá pôr o que outros nem sempre conseguem lá colocar.

A subtileza é capaz de muitos prodígios!

publicado por Theosfera às 10:08

De Anónimo a 27 de Fevereiro de 2015 às 16:20
Alguém, sabiamente disse: « Quando as tuas palavras não forem mais importantes do que o teu silêncio, então cala-te.» É, efectivamente, a melhor atitude.


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