O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 29 de Outubro de 2011

Há outras visões acerca da crise.

 

Há outros caminhos para sair da crise.

 

Mas quem manda é quem despeja sacrifícios sem fim e, como se isso não bastasse, ainda se permite prenunciar amanhãs mais cinzentos.

 

Quem manda é quem avisa que o pior está para vir.

 

E quem inspira quem manda vai advertindo que 14 meses de salários é para nunca mais.

 

Será que a história está no fim ou estes visionários já conhecem a história até ao fim?

publicado por Theosfera às 12:19

De António a 29 de Outubro de 2011 às 13:47
Soube ontem que o estado português pagou avultadas comissões relacionadas com o empréstimo externo. Acho isso absolutamente chocante. Mas deixando esse aspecto de lado, continuo a insistir que não há solução possível para estas crises económicas cíclicas senão a mudança substancial de paradigma económico, assente numa acentuada prevalência do sector público relativamente ao privado. Sei que esta não é a tese politicamente correcta, nestes tempos ditos " modernos" da globalização capitalista à escala quase mundial. Mas também sei que muitos daqueles que, hipocritamente, se insurgem contra o estado social, foram e vão continuar a ser exactamente os mesmos que mais comeram à mesa do orçamento: os beneficiários de escandalosas auditorias externas, das várias benesses fiscais, dos mais diversos compadrios público-privados.Sou totalmente favorável à iniciativa privada, mas enquadrada por um sector público bem gerido em áreas fundamentais como a saúde, educação, justiça, cultura, desporto, etc.E, para mim, o grande sorvedouro de dinheiros públicos nunca esteve,nem pode estar, nas sociedades que possuem fortes sectores públicos, mas na boa ou má gestão dos mesmos. Alguém imagina lógico, razoável, que se possa vir a privatizar em Portugal, o sector de abastecimento de água ?
Repare-se no fortíssimo sector público da Noruega, um dos países mais ricos e equitativos do mundo,como demonstração clara de que é possível controlar a deriva cíclica do capitalismo financeiro, associado a uma criminosa má gestão dos dinheiros públicos.
Enquanto cristão, não vejo como seja possível conciliar os valores do altruísmo e da generosidade, apregoados por Jesus de Nazaré com os desvalores da ganância, da usura e da delapidação dos dinheiros públicos. Por isso, digo que nunca como hoje foi tão importante o debate político de ideias e a sustentação de que há mais e melhor organização económica para além dos esquemas cúmplices do capitalismo financeiro especulativo, mancomunado com a ilegítima absorção desses dinheiros.


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