O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

Neste dia, há 46 anos, o Concílio Vaticano II, já perto do seu final, publicava um dos seus documentos mais relevantes.

 

Tratava-se da declaração «Nostra aetate», que versava o diálogo entre a Igreja e as religiões não-cristãs.

 

O espírito de confronto dava lugar ao espírito de encontro.

 

Os outros credos deixavam de ser condenados e inundados de anátemas. Pelo contrário, a Igreja reprovava, «como contrária ao espírito de Cristo, toda a discriminação ou violência por motivos de raça, cor, condição ou religião».

 

Reconhecendo que, no fundo, a humanidade constitui uma «única comunidade», a Igreja assumia «nada rejeitar do que nas outras religiões existe de verdadeiro e santo». 

publicado por Theosfera às 19:23

De António a 28 de Outubro de 2011 às 23:19
A democracia formal está instalada à escala europeia, incluindo em Portugal. Mas a democracia real não.É tudo muito bonito quando nos encontramos em frases de mera circunstância. Mas quando claramente divergimos, aí vê-se logo que a democracia real não funciona. Nos Evangelhos, há muitas passagens que podem ser legitimamente interpretadas de forma diferente. Mas, quando notoriamente dissentimos, aí nota-se logo que o ecumenismo não funciona.

Terá Jesus encarnado como Deus em Maria, sem mediação biológica humana ? Os Evangelhos afirmam que sim e eu acredito na Transcendência. Mas o relato é real ou metafórico ? É legítimo duvidar e opinar que faria mais sentido que o próprio Jesus de Nazaré tivesse sido gerado como qualquer ser humano ? Para mim faria. Se há algo que me encanta no Divino é quando o Divino mais se aproxima da Humano, não quando o Divino traça uma linha divisória entre Deus e o Homem. O relato da Concepção Virginal de Maria, em relação a Jesus, estabelece uma cisão entre o Deus envolvido na realidade humana, no acto mais fundamental do indivíduo: o nascimento. Por isso digo que gostaria que essa passagem fosse meramente simbólica.

O que mais me encanta na Humanidade de Jesus é quando ele sofre a angústia de Getsemani e quando se engana no anúncio do momento da Parusia. O que mais me desagrada e inquieta nos Evangelhos é o absurdo episódio do endemoninhado geraseno. E o que mais me comove em Jesus de Nazaré é, acima de qualquer outra representação imagética, o retrato tocante, simples e humilde de Manoppello...

De Theosfera a 29 de Outubro de 2011 às 01:19
Bom Amigo, entendo as suas inquietações, mas faço minha esta sua afirmação quando à concepção virginal de Jesus: «Os Evangelhos afirmam que sim e eu acredito na Transcendência». É um acto de razão reconhecer que há uma infinidade de coisas que a ultrapassam. É o caso. Todas as perguntas são legítimas. Mas nem todas as respostas são, humanamente, possíveis. Pertencem à esfera do mistério. Muito obrigado por tudo. Abraço amigo no Senhor Jesus.


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