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Domingo, 09 de Outubro de 2011

Luís Archer não precisava de promover, embora o fizesse, o diálogo entre a ciência e a fé.

 

Ele próprio era um certificado vivo dessa relação íntima.

 

Este sacerdote jesuíta foi um exemplo luminoso da interacção fecunda entre estas duas asas do espírito humano.

 

O seu falecimento é uma perda. O seu rasto continua a ser um apelo.

 

O futuro é sempre a conjugação, jamais a exclusão.

 

A ciência e a fé ganham sempre com o diálogo, com o questionamento mútuo, com a interpelação recíproca.

publicado por Theosfera às 06:10

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