O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 02 de Dezembro de 2009
Quero lembrar aqui o senhor D. Américo do Couto Oliveira porque hoje, 2 de Dezembro, faz onze anos que ele voltou para a Casa do Pai.
 
Foram quatro apenas os anos que esteve entre nós e a maior parte deles a enfrentar o assédio da doença.
 
É-lhe devida uma palavra de reconhecimento sobretudo pela sinceridade, pela dedicação, pela proximidade.
 
Não era diplomata, era autêntico, era ele ou, melhor, era Cristo nele. E isso é o essencial. É tudo.
 
Na Senhora dos remédios, às 18h, haverá uma Santa Missa pelo seu eterno descanso. 
publicado por Theosfera às 11:07

De Maria da Paz a 2 de Dezembro de 2009 às 20:49
Reverendo Senhor Doutor:

Penso que a "diplomacia" não exclui a "autenticidade". A verdadeira diplomacia. Aquela de vai a par com a honestidade, com a rectidão de carácter, com o respeito pelo outro; em que a delicadeza, o tacto e a solicitude são elementos imprescindíveis.. A diplomacia que é verdadeira contém, em si, todas as sementes e todos os frutos da dignidade, do pundonor, da solicitude, da delicadeza, da humildade e da humanidade.

Creio que todos estamos fartos de pessoas que dizem ser "frontais", "directas", "cheias de personalidade" - quando, afinal, tudo confundem, e estas palavras, "bombásticas" para os incautos, são a tradução literal da sua falta de educação (quantas vezes, em aspectos elementares), da sua arrogância (traduzida, muitas vezes num "empertigamento" ridículo), do seu egoísmo, da sua (pretensa) auto- suficiência, da sua falta de tacto, em suma: da sua falta de amor ao próximo.

É certo que o calculismo, o egoísmo, a falta de escrúpulos e a doblez, levam algumas pessoas a usarem de atitudes que procuram aparentar "diplomacia", mas que são embustes. Não são diplomatas: são aldrabões. E surge então a subserviência, a "vénia oca e mentirosa", a atitude repugnante de imitar os répteis, "rastejando". A verdadeira diplomacia nada tem a ver com isto. O verdadeiro diplomata é um humanista.

De quanto conheci do Senhor D. Américo do Couto Oliveira, sei que posso afirmar que era um autêntico diplomata, verdadeiro Embaixador de Deus, em quem brilharam as mais altas virtudes de um Cristão e de um grande Bispo.
Rev.mo Senhor Doutor: peço desculpa de alguma discordância e peço o favor de me corrigir naquilo em que eu tenha errado.
Uma vez mais, muito obrigada pela sua generosa partilha, através de "Theosfera".
Afectuosamente,
Maria da Paz



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