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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011

Uma ditadura só muda quando termina. Qualquer alteração que possa fazer não lhe apaga o seu carácter de ditadura.

 

O regime chinês pode agregar os mais ricos, mas não está a conseguir manter-se na alma do povo.

 

A repressão ainda é grande, mas o despertar da consciência cívica é cada vez mais sonoro e visível.

 

Há um número crescente de movimentos populares de defesa de direitos.

 

O povo já não glorifica espontaneamente os líderes. O silêncio já não é a nota dominante.

 

A proverbial paciência asiática prevalece. Mas coexiste com uma paulatina mobilização cívica.

 

O Prémio Nobel da Paz de 2010, atribuído a Liu Xiaobo, foi um reconhecimento e um estímulo.

 

A reacção destemperada do poder só prova uma coisa: a onda está em marcha.

 

A ditadura continuará a alardear reformas, para que tudo continue assim por muito tempo. Mas as ditaduras não são eternas.

 

Vale a pena ler o livro de Liu Xiaobo, cuja versão portuguesa saiu neste mês de Setembro.

 

É um hino coragem. E um convite à esperança.

 

Nem as grades de uma prisão sufocam o clamor pela justiça e pela liberdade.

publicado por Theosfera às 21:11

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