O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 27 de Setembro de 2011

Desde sempre gostei de música. Mas desde cedo percebi que iria limitar-me a ser um modesto ouvinte.

 

Dizem que o estudante faz-se e o músico nasce. E eu não nasci para a música.

 

Na música, sempre priorizei a mensagem, a intervenção, a melodia, a paz.

 

A música que se fazia quando cresci continua a tocar-me. Falava de manhãs que não envelhecem, embora estejam a ser devoradas pelo pragmatismo e pela injustiça.

 

Foi relativamente tarde que descobri Bach. Mas quando a ele cheguei, não mais dele consegui sair.

 

Não é tanto pela sumptuosidade barroca. É sobretudo pela harmonia e pela transparência.

 

Então as Paixões (de S. Mateus e de S, João) cativam-me completamente.

 

Ainda hoje, continuo a arrepiar-me quando as oiço. Bem mereceu, pois, o título de «quinto evangelista».

 

Confesso que, às vezes, faço umas deambulações e revisito músicas que eram entoadas na minha infância e juventude. Mas rapidamente me canso e depressa volto a Bach.

 

Pelo que dizem, é o que acontece a quantos admiram Bach. Volta-se sempre a Bach. Nunca satura. Há algo de divino naquilo tudo.

 

É indescritível. É sublime. É Bach!

publicado por Theosfera às 22:27

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