O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 28 de Novembro de 2009

Ninguém pode condenar ninguém.

 

Mas daí a apontar como herói aquele que falha vai uma grande distância.

 

Se alguém casado trocasse a sua esposa ou o seu marido por outra esposa ou por outro marido, que avaliação faríamos?

 

Por isso, acerca do Padre Rui o melhor a fazer é calarmo-nos.

publicado por Theosfera às 11:59

De António a 28 de Novembro de 2009 às 14:04
Só Deus nos pode julgar.E eu nada tenho a censurar ao padre Rui.A censurar,sim,e muito,aos sacerdotes que cometeram actos de envolvimento sexual com menores.Rui Pereira já não se considera padre e assumiu o seu Amor por Fátima.Se se amarem terão certamente a benção de Deus.Claro que acontecimentos como este suscitam a questão da pertinência do celibato religioso obrigatório.Já agora uma pergunta:não houve apóstolos de Cristo que possuíam a sua própria família,mulher e filhos ? Essa circunstância determinou que Cristo não os escolhesse ? ...

De Anónimo a 28 de Novembro de 2009 às 18:36
Não temos nada que o criticar porque, em meu entender, ele foi honesto para com Deus, para com a Igreja e para com ele próprio. Foi bem melhor ter feito esta opção e assumi-la, do que andar a ludibriar tudo e todos. Contudo, temos de pedir a Deus que o ajude a encontrar o seu verdadeiro caminho. Deus compreende-o, disso estou convicto, porque ELE não gosta do embuste, da farsa, da desonestidade.

De Evágrio Pôntico a 29 de Novembro de 2009 às 03:32
Entendo o seu ponto de vista, Sr. Padre Carlos. O jovem Padre fez o seu compromisso da Ordem, para toda a vida. Traí-lo é grave. Porque, antes de mais, é um compromisso com Cristo e com a Sua Esposa.
Porém... se a sua pulsão interior o arrastava para aquela jovem, e não conseguiu dominar tal impulso, penso que não o devemos criticar severamente.
Se, em sã consciência, e feito um recto juízo das consequências do seu acto, concluíu que não se encontrava preparado para a vocação sacerdotal, que a sua vocação é o matrimónio, e que a consequência menos grave seria renunciar ao sacedócio, então, terá tomado a decisão porventura mais acertada.

A forma como o fez não foi, quiçá, a melhor. Ter-se-á aconselhado com os seu Bispo, com o seu director espiritual? Poderia ter tomado a mesma decisão, mas de forma mais ponderada, e mais recatada, sem dar azo a esta publicidade, sempre negativa, habilmente explorada pelos media para denegrir a Igreja.

O que se pode desejar é que o jovem casal encontre a felicidade no caminho que escolheu, e que o seu casamento seja abençoado por Deus.

Evágrio Pôntico


mais sobre mim
pesquisar
 
Novembro 2009
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5
6
7

8
9





Últ. comentários
Sublimes palavras Dr. João Teixeira. Maravilhosa h...
E como iremos sentir a sua falta... Alguém tão bom...
Profundo e belo!
Simplesmente sublime!
Só o bem faz bem! Concordo.
Sem o que fomos não somos nem seremos.
Nunca nos renovaremos interiormente,sem aperfeiçoa...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
online
Number of online users in last 3 minutes
vacation rentals
citação do dia
citações variáveis
visitantes
hora
Relogio com Javascript
relógio
pela vida


petição

blogs SAPO


Universidade de Aveiro