O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 13 de Setembro de 2011

No périplo pelas escolas deste distrito, o Ministro da Educação não prestou declarações públicas. Se, no entanto, não usou linguagem verbal, Nuno Crato deu alguns sinais pela linguagem não verbal.

 

Pela expressão facial, dá para inferir algum desalento. Porventura a sensação de que, a esta hora, já sabe não poder aplicar aquilo em que acredita. Irá, tão-somente, gerir o que as circunstâncias ditam, as pressões impõem e os constrangimentos deixam.

 

É pouco para quem tanto trazia dentro de si!

publicado por Theosfera às 06:17

De Fernando Miguel a 13 de Setembro de 2011 às 19:38


Como era fácil ir ao Plano Inclinado defender o Estado €€€€€ e afinal
era ingénuo e virgem....

De mario a 14 de Setembro de 2011 às 10:48
Tigre de papel , saco cheio de ar ...
mais do mesmo afinal

De III a 14 de Setembro de 2011 às 13:05
Mas ele trazia alguma coisa???

De mi a 13 de Setembro de 2011 às 20:32
Tenho profunda e sincera pena de ter que concordar com este texto. O ensino está um caos.

De A.Carrilho a 13 de Setembro de 2011 às 22:38
A educação está um caos, só agora, desde Junho ou é um acumular de desnorte?

De Rui a 13 de Setembro de 2011 às 22:27
Este texto retrata a mais pura das verdades.

De Chico M. a 13 de Setembro de 2011 às 22:48
Entretanto a confusão e o desalento regressam às escolas com os procedimentos do moribundo processo de avaliação cavalgando a fase crucial do ciclo educativo que é o do arranque do ano escolar. Ás dúvidas colocadas o ministério diz nada, num empurrar para frente com a barriga que não augura nada de bom.

De jj a 13 de Setembro de 2011 às 22:48
è muito fácil quando se está de fora. O pior é qunado se enfrenta as coorporações e os interesses instalados

De Mramalho a 13 de Setembro de 2011 às 23:09
Tive muito esperança em Nuno Crato, quando o ouvia no Plano Inclinado. De ia para dia essa esperança vai-se diluindo como o gelo na água

De Tiago a 13 de Setembro de 2011 às 23:11
Não posso deixar de comentar este texto extraordináriamente bem escrito e, ao mesmo tempo, retratando a mais pura das verdades.
parabéns

De Maria Lisboa a 13 de Setembro de 2011 às 23:31
Traria?

É que quem traz dentro de si alguma coisa, ou a tenta fazer, ou se vai embora se lhe põem condições em que não acredita.

Quem traz dentro de si alguma coisa em que acredita, não pactua. Se pactua é porque o que pretendia era outra coisa.

Quem acredita em algo não engole sapos só para se manter no poleiro

De rodrigo castro a 14 de Setembro de 2011 às 06:49
Boa. Totalmente de acordo.

De gena a 14 de Setembro de 2011 às 14:25
Corretissimo .

De Rosa a 13 de Setembro de 2011 às 23:31
´´E fácil quando se está de fora. O mais dificil é enfrentar a realidade e estar na escola no dia a dia num emaranhado de papeis e burocracias que para nada servem.
Como eram mos felizes com o quadro de ardósia!...........

De Theosfera a 14 de Setembro de 2011 às 06:03
Queria dizer que a impressão que retive pode não corresponder à realidade. Aliás, desejava que assim fosse. Continuo a pensar que o Prof. Nuno Crato é das pessoas mais preparadas no campo da educação. O seu pensamento é correcto. Ele precisa, desde logo, de algo que, em política, não costuma ser concedido: tempo. Também precisa de vontade política. E, aí, parece-me que as condicionantes são muitas e não me refiro só ao memorando da trika. Quem escreve, olha para o instante. Não deixemos, entretanto, de olhar para o horizonte mais largo. A educação é a prioridade. Do seu êxito depende o futuro. Apesar de tudo, não desistamos de acreditar.

De Theosfera a 14 de Setembro de 2011 às 06:03
* troika

De ssalgueiro a 14 de Setembro de 2011 às 00:01
De uma vez por todas, acabem com o ME, que não é mais do que uma sucursal do MF, assim sendo não teremos de pagar mais um ordenado de Ministro com os seus reais subditos. De boas intenções está o inferno cheio e qualquer um que vá para este poleiro envenenado, saí de lá queimado. Desde que acabaram com os "chumbos" por faltas e aumentaram o número de disciplinas a que se pode reprovar, foi o descalabro. No entanto, seremos o país do mundo com mais analfabetos diplomados, mestrados e doutorados, sim porque basta pagar as propinas para se tirar o canudo.
PS. sou professor.

De Miguel a 14 de Setembro de 2011 às 06:05
Concordo com a primeira parte do seu comentario. Ja' a segunda parte, discordo. Penso que ainda temos boas universidades, nomeadamente de Engenharia. O problema e' que ha muitas universidades da brincadeira ou que o facilitismo foi instalado. Tambem discordo de que apenas pagando propinas se tem o canudo. Como ja disse anteriormente, existem muitas universidades em Portugal que sim, basta pagar, onde ate boas escolas (faculdades) se estao a tornar em escolas faceis face a' oferta do baixo nivel de aprendizagem que vem do secundario (exemplo - ISEL).
Pedia-lhe portanto para nao tirar conclusoes precipitadas do que nao conhece pois claramente e' professor de ensino secundario.

(Peco desculpa pela falta de acentos mas estou no estrangeiro onde nao tenho qualquer tipo de acentos ou C de cedilha)

De Anónimo a 14 de Setembro de 2011 às 10:14
Amigo, eu tirei o curso na privada, mas antes tinha entrada no público, só que os meus pais ao contrário dos seus, "se calhar", não tinham dinheiro para pagar alojamento, alimentação e afins, e acabei por ficar em Ponte de Lima, filial da Universidade Fernando Pessoa, tirei o curso, e no final tive que realizar uma monografia, a qual tive que rever por mais que uma vez, por isso, não diga que basta pagar as propinas, e já agora neste momento até estou remediado financeiramente, com o curso obtido na privada, porque basta querer e saber não é só o público que é bom, Amigo.


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