O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 10 de Setembro de 2011

A simplicidade não é tida em grande conta. Achamos que a pessoa simples é ingénua, inferior. Só que ser simples é ser autêntico, transparente. É não ter medo de si mesmo.

 

Hoje, temos medo de tudo e de todos, a começar por nós. Daí que as palavras escondam o que somos, do mesmo modo que as roupas ocultam o que temos.

 

Nas romarias, fazemos figura do que não somos: ricos.

 

Andamos por fora a exibir uma felicidade que não sentimos e a expor uma alegria que não temos.

 

As próprias roupas que usamos nas ocasiões mais solenes pretendem mostrar uma identidade diferente. Mas dá para ver como é tudo vaporoso, artificial.

 

Pode ser tudo muito vistoso, mas soa tudo a falso. A simplicidade é, definitivamente, o melhor adorno.

 

O trauma do fim das férias não está tanto no reencontro com o quotidiano. Está sobretudo no regresso a nós.

 

Mas só seremos felizes quando formos iguais a nós em toda a parte. Sem arrebiques nem ostentações.

publicado por Theosfera às 16:21

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