O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 07 de Setembro de 2011

Eu sei que não têm nada a ver. Mas também é certo que os extremos estão sempre a tocar-se.

 

Há dois estilos de música que me dizem muito, imenso: a música de que eu gostava antes de aprender (anos 60-70) e a música que aprendi a gostar (toda a clássica, sobretudo Bach).

 

Uma é a recordação de um tempo. Outra é, simplesmente, intemporal.

 

Ambas ecoam em todos os momentos da minha vida.

publicado por Theosfera às 22:42

De Evágrio Pôntico a 8 de Setembro de 2011 às 05:43
Sr. Padre João, alegro-me de ler este post. Creio não dizer nada de novo se afirmar que a música é a criação mais sublime do espírito humano... Anda irmanada à Poesia, que ela é também expressão funda da alma. Música e Poesia interpenetram-se e fundem-se.

A Música, seja qual for a sua corrente ou estilo, a de qualidade será sempre intemporal. Assim sucede com a dos anos 60/70. Creio que a chamada "música ligeira" ocidental (Europa, Estados Unidos, Brasil, América do Sul) teve o seu período áureo nesse período de tempo (podíamos recuar até aos anos 50, para sermos mais precisos). Continua a ouvir-se com particular agrado, e os jovens de hoje estão (surpresa ou não...) a descobri-la com grande encanto.

Grupos como "The Shadows" (sem e com Cliff Richards) tinham tanta qualidade que chegaram a gravar com orquestras sinfónicas. A sua perfeição técnica, a qualidade da interpretação, as belas músicas criadas, num reportório fabuloso, são autênticos "clássicos" que vão permanecer pelos tempos...
As canções dos "The Beatles" são todas de uma agradável melodia, bem estruturadas musicalmente, superiormente tocadas e interpretadas...
Isto, para falar só de dois grupos emblemáticos.

É claro que Bach, Mozart, Salieri, Vivaldi, Beethoven, Bizet. Wagner, Borodin, Mussorgsky, os nossos Carlos Seixas e Frei Manuel Cardoso, Granados, Manuel de Falla... são representantes de outra Música... que exige invulgares capacidades e conhecimentos. Foram génios decerto inspirados por Deus...
Não por acaso, alguém disse que a Música é “donum Dei optimum”...

Paz e Bem. E excelente Música!

De Theosfera a 8 de Setembro de 2011 às 16:47
Obrigado, bom Amigo. Não nasci para a execução musical, mas sempre admirei a música como arte e também como mensagem. E, além disso, num mundo em decadência, é sempre bom verificar como a música nos eleva. Já dizia Aristóteles que «a música é o princípio de todos os encantos da vida». Curiosamente, este pensamento está ínsito no Tratado sobre a Política. Muita paz no Senhor. Abraço amigo.


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