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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011

Longe vão os tempos dos pequenos aglomerados e das grandes identidades que neles se formavam.

 

Estamos no tempo das metrópoles. Nelas, a identidade dilui-se. Cada um é absorvido pela corrente dominante.

 

Gabriel Tarde explicou isto há muito tempo.

 

Em 1884, olhando para o fenómeno das multidões, descreveu a sociedade como «uma colecção de seres que se imitam uns aos outros».

 

O social é visto como uma forma de hipnose.

 

As ideias são sugeridas e até impostas, apesar de muitos julgarem que são próprias.

 

A imitação está na origem de muitos comportamentos. Estes tendem, cada vez mais, a ser pautados pela ausência de moderação e de tolerância.

 

Tarde advertiu que as multidões propendem a ser crédulas e, não raramente, atravessadas por alguma dose de loucura.

 

O que vemos por toda a parte confirma o diagnóstico.

 

Parece cruel, mas não será pertinente?

publicado por Theosfera às 13:52

De Maria da Paz a 29 de Agosto de 2011 às 16:02
Mesmo muito pertinente, Rev.mo Senhor Doutor.
Não sei se isso é mesmo possível, mas eu gostaria de ver os Governantes do mundo inteiro preocupados com a formação moral de todos e ocupados a dar solução ao problema do cultivo do espírito de cada um e de todos; ou seja: quem me dera ver os chefes a tomarem medidas para que as multidões fossem objecto de formação moral. Intensa e séria.

Acontece que, hoje, nem a escola educa; pelo contrário: as escola de hoje é um antro de aprendizagem de vícios.
Que época é esta?!
Afectuosamente,
Maria da Paz

De Theosfera a 29 de Agosto de 2011 às 19:28
Ex.ma Senhora Dra, muito obrigado pela visita e pela ressonância. Muita paz no Senhor.


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