O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
Ter é o verbo que mais conjugamos: uns no passado e no presente, outros, os pobres, apenas no futuro: num futuro que se tornará (é o mais certo) irrealizável.
 
Da Igreja, porém, esperamos que não tenha. E que não se preocupe em ter.
 
Uma Igreja despojada será, apenas ela, uma Igreja necessária. E apelativa.
 
É dessa Igreja que nos fala D. Pedro Casaldáliga, um homem incompreendido, uma voz do amanhã à espera que tenha eco numa manhã. Quando chegará? Alguma vez teremos uma Igreja assim?
 
Eis o perfil de Igreja desenhado (sonhado?) por este grande bispo:
 
Não ter nada.
Não levar nada.
Não poder nada.
Não pedir nada.
E, de passagem,
não matar nada;
não calar nada.
 
Somente o Evangelho, como uma faca afiada.
E o pranto e o riso no olhar.
E a mão estendida e apertada.
E a vida, a cavalo, dada.
 
E este sol e estes rios e esta terra comprada,
como testemunhas da Revolução já estalada.
 
E mais nada!
publicado por Theosfera às 12:08

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