O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 01 de Agosto de 2011

O mês ainda está a começar e já há quem decrete que, nele, irão morrer entre 70 a 79 pessoas nas estradas.

 

É o império da estatística, apsentada como se um determinismo se tratasse.

 

Razão tem, por isso, Gideon Rachman quando afirma que estamos em plena «era da ansiedade».

 

Mesmo antes de as coisas acontecer, já incorporamos o seu efeito como se já tivessem acontecido.

 

Tudo se desgasta depressa. O poder já é tingido por ele ainda antes do seu início. É cada vez mais difícil, como anota Jonathan Powell, «criar uma narrativa» que assegure o poder para lá do horizonte de oito anos.

 

Tudo começa rápido, tudo acaba depressa. É a correr que se pensa. É a correr que se decide. É a correr que se age. Depressa e bem haverá quem?

 

Um novo paradigma de existência impõe-se. Seremos capazes de andar em sentido contrário ao da (caudalosa) corrente?

publicado por Theosfera às 10:20

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