Já tenho muitos anos e pensava (ingenuamente) que já tinha visto tudo: desde o sublime ao horrível. Mas não. Isto é demasiado hediondo: mais parece um filme surrealista de mau gosto, de muito mau gosto.
Minha querida e nobre África, onde nasci e onde vivi com alegria, com encantamento, com dignidade, na companhia alegre e reconfortante de muitas pessoas de várias raças, cores e credos. Meus pobres Irmãos patrícios, filhos dessa Terra vasta e esplendorosa, outrora. Por isso teimo em recordar, com saudade, o passado. No presente não há esperança; o presente tem, como futuro, um quarto escuro cheio de tormentos para oferecer à Humanidade. Minha querida e nobre África!