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Sexta-feira, 22 de Julho de 2011

Sempre que uma família começa, acende-se uma esperança. Mas quando uma família termina, parece reacender-se o desespero.

 

Há sempre responsáveis em tudo isto. Acresce que vai havendo também cada vez mais vítimas.

 

A violência doméstica não é de agora. Infelizmente, ela será tão antiga como a instituição familiar.

 

O que é nova é a exposição desabrida dessa violência. Não sei se uma terapia à frente das câmaras televisivas ajuda a minorar a dor ou se, pelo contrário, não contribuirá para o aprofundamento dos dramas.

 

Acresce um dado que se impõe. Outrora, a família parecia resistir à violência. Actualmente, nem o fim das relações familiares parece terminar com o flagelo da violência.

 

Há episódios trágicos que se verificam durante os processos de divórcio. Ainda ontem, uma senhora foi baleada pelo marido, de quem se está a separar.

 

Habituámo-nos a ver a família como o princípio. Agora, ela aloja também o fim.

 

Problemas sempre existiram na família. Só que, em vez de ser a família a vencer os problemas, parece que são os problemas a vencer a família.

 

Mas, no limite, quando não for possível de todo continuar a família, que subsista a serenidade e a urbanidade entre os seus membros.

 

Violência jamais.

publicado por Theosfera às 10:54

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