O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 09 de Julho de 2011

No ano em que morreu, este, José Augusto Mourão deixa-nos a recolha das homilias que foi proferindo.

 

São textos que mais parecem quadros tecidos pela alma.

 

Não se exige a ninguém este brilho. Mas espera-se de todos a mesma seriedade.

 

A recusa da vulgaridade é, talvez, o preceito mais pertinente da ascese.

 

A palavra está no sítio certo. O texto não é um arrazoado disperso nem um amontoado de frases, atropeladas a esmo.

 

A fé precisa de revalorizar a sua expressão.

 

A homilia não é um exercício de retórica. Só pode ser uma ressonância da Palavra escrita no livro e inscrita na vida.

 

É preciso que essa Palavra se aloje na alma para poder ressoar nos lábios.

publicado por Theosfera às 21:48

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