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Sábado, 25 de Junho de 2011

É sabido que um caminho não se faz só em linha recta. São muitas as curvas que aparecem na estrada.

 

Os primeiros passos do Governo de Passos (Coelho) têm incidido sobretudo nos sinais.

 

Dois desses sinais parecem muito claros: reduzir despesas e honrar compromissos.

 

Assim, o Primeiro-Ministro continua a morar na sua casa, viaja em classe económica, não nomeia governadores civis.

 

Os compromissos parece que são para cumprir.

 

Apesar das dificuldades que Fernando Nobre teria na eleição para a presidência da Assembleida da República, Passos Coelho avançou com o seu nome.

 

Disse que o Governo só teria dez ministros e tudo indica que só por insistência do parceiro de coligação (que defendia doze) aceitou ir até aos onze.

 

Mas a primeira curva parece estar a surgir.

 

Era vontade do actual Primeiro-Ministro entregar um canal da RTP à sociedade civil. Numa época de crise e já com tantos operadores nesta área, não se percebe que o Estado insista em deter uma televisão.

 

Foi coisa que nunca percebi. Percebe-se que seja fixado um serviço público a todos os canais. Mas que o dinheiro dos contribuintes sirva para pagar o custo (deveras oneroso) de um canal não dá para entender.

 

Alguns programas que passam no segundo canal devem ser assegurados. Mas alguém me saberá dizer onde está a diferença do canal 1 em relação à SIC e à TVI?

 

Dizem que é o PP que não quer. Uma coligação é feita de cedências. Mas este sinal, confesso, não é muito alentador.

 

Se há domínio onde se devia reduzir despesa é precisamente na televisão.

 

 

publicado por Theosfera às 13:51

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