A prioridade é o país, mas o prioritário parecem ser os partidos.
Folheando os jornais, passando pela net, ligando a rádio ou a televisão, é a impressão que fica.
É claro que os partidos estão presentes no país. Mas o país devia estar mais presente nos partidos.
Enquanto a propaganda é feita, há trabalhos que, pelos vistos, estão a ser adiados.
Como iremos acordar no dia 6?

