O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 08 de Abril de 2011

Estamos a perder a sabedoria e a vacilar nos conhecimentos.

 

Que, ao menos, não se evapore a réstia de bom senso que, ainda, subsiste.

 

Descartes achava que o bom senso era a coisa mais difundida pelos homens.

 

Às vezes, não parece.

 

Na hora que passa, baixemos o tom e elevemos o nível.

 

Sigamos o bom senso.

publicado por Theosfera às 10:36

De António a 8 de Abril de 2011 às 16:16
Vivemos num mundo de enorme mediocridade humana.No domínio da política e da religião, os bons são raríssimos e a coerência comportamental uma raridade

Cristo disse:"ninguém pode servir a dois Senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza"

E também disse:

"Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus"

Essas afirmações proféticas do Nazareno infelizmente confirmaram-se.

Quer na acção política, na vida social, no âmbito religioso, foram e são sempre os medíocres que preponderam.

Quando homens com a envergadura ética, intelectual e cultural do Padre António Vieira e de Agostinho da Silva foram perseguidos pela tenebrosa Inquisição ou pela sua farisaica sucedânea, resta muito pouco para não cairmos no desassossego paranóico da esquizofrenia universal.

Afinal, onde ficou o critério da dilucidação do Bem e do Mal ?

Não radica esse crivo de aferição em Deus ?

E onde é que Deus fundamentalmente está ?

Não é nas consciências individuais de cada um ?

Então porque teimamos em afrontar o Supremo Critério de Deus ?

Porque preferimos viver no reino da hipocrisia do que na radicalidade de Jesus de Nazaré.

Cristo denunciou a cegueira Saulo de Tarso, mas há também uma estrada de Damasco para cada um de nós...

De Theosfera a 8 de Abril de 2011 às 20:15
Biom Amigo, muito obrigado por estas considerações tão pertinentes. Como a pergunta é a oração do pensamento (assim disse Heidegger), estas interrogações são um percurso orante.
Tudo quanto diz faz muito sentido. Muito obrigado. Abraço amigo no Senhor.

De Maria da Paz a 8 de Abril de 2011 às 20:53
«...baixemos o tom e elevemos o nível.»
Expressão lapidar que diz tudo.
A concisão clássica no seu esplendor de Verdade e de pertinência!

Muito bem-haja, sempre, Rev.mo Senhor Doutor, pela luminosidade do seu pensamento e pela generosidade da partilha: uma dádiva de valor inestimável!
Afectuosamente,
Maria da Paz


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