O que pode correr mal acaba, quase sempre, por correr pior.
O optimismo tem um adversário muito poderoso e bastante cruel: a realidade.
Se nada fizermos, estaremos a ser coniventes com quem faz.
A inércia nada resolve. A violência tudo degrada.
Já não basta reflectir. É hora de inflectir.
Caso contrário, o que agora é algo que nos espanta tornar-se-á uma banalidade que nos devora.
E aí talvez já nem seja notícia.

