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Domingo, 03 de Abril de 2011

O discurso da culpa está muito entranhado e deveras inflacionado na nossa cultura.

 

O tempo político que estamos a viver (de pós-prosperidade, plena crise e pré-campanha) está a ser dominado pelo passeio da culpa de campo para campo.

 

Cada actor político despacha a culpa para o adversário. O qual, por sua vez, o devolve.

 

Como é fácil de ver, este discurso é tendencialmente paralisante.

 

Nesta altura, o mais importante não é localizar a culpa. É motivar as capacidades. E desencadear compromissos.

 

Insistir na culpa é, pois, enveredar por uma inconsistência discursiva que não nos levará a grande porto.

 

A culpa leva-nos, além do mais, a estacionar no passado. A nossa esperança está grávida de futuro. De um futuro que seja não a continuidade, mas a transformação do presente.

 

Será impossível?

publicado por Theosfera às 18:22

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