O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 24 de Março de 2011

Desde o princípio, o eco da mensagem de Jesus chegou longe. As formas usadas foram as mais diversas, algumas ungidas com o selo da originalidade.

 

No século VI, mais ou menos quando Maomé iniciava o Islão, um pequeno grupo de monges cristãos percorreu a rota da seda desde a Pérsia até à China.

 

Acolhidos pelo imperador, traduziram para mandarim os textos sagrados que tinham transportado ao longo de cinco mil quilómetros.

 

Ao traduzir, procuraram integrar e foi assim que involucraram os ensinamentos de Jesus em princípios do pensamento oriental, de pendor budista.

 

Tendo mudado o ambiente, que passou a perseguir cristãos e budistas, muitos desses manuscritos (a que deram o nome de sutras, do sânscrito fio) foram escondidos numa gruta.

 

Foi aí que, em 1900, um monge taoísta os redescobriu. Ray Riegert e Thomas Moore compilaram parte desses ensinamentos num volume a que deram o (apelativo) título de Os Sutras perdidos de Jesus.

 

Aqui palpita uma harmonia que, muitas vezes, se perdeu confirmando a percepção, vertida no livro, de que «quem conhece apenas uma religião não conhece nenhuma religião».

 

De certa forma, o budismo capta algumas das mensagens principais de Jesus: a compaixão, a misericórdia, a bondade e o amor.

 

Diz Jesus nesta tradução sútrica: «Com respeito por todas as outras criaturas vivas, ajam sempre com bondade e nunca tenham pensamentos cruéis».

 

Um dos preceitos do Sermão da Montanha recebe uma curiosa reformulação: «Procurem o que é puro. A pureza é como um espaço vazio, produz a luz do amor cujo brilho ilumina tudo».

 

Jesus é mesmo o universal concreto. Ele está em tudo. Tudo acaba por estar n'Ele.

 

Se Ele foi tão largo de vistas, porque é que nós, muitas vezes em Seu nome, parecemos tão estreitos nos horizontes?

 

 

publicado por Theosfera às 14:34

De António a 24 de Março de 2011 às 15:29
O Budismo é uma Doutrina Maravilhosa.Tudo nela apela para a Bondade Humana e o respeito por todas as criaturas vivas.Os budistas não acreditam na existência da alma nem da própria individualidade do Eu e, embora não neguem Deus também não afirmam a Sua Existência.É muito difícil de entender, do ponto de vista de coerência conceptual, mas muito fácil de assimilar no que tem de eticamente mais elevado...

De Theosfera a 24 de Março de 2011 às 15:49
Sufrago tudo quanto diz, bom Amigo. Há muito de estimulante no caminho de Buda, no apelo à Bondade. Abraço amigo no Senhor.


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