O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 15 de Março de 2011

Diz o argumentário habitual que as pessoas queixam-se do Estado, mas estão à espera do Estado para tudo.

 

É tempo de inverter o argumento.

 

Não são as pessoas que vivem à conta do Estado. O Estado é que está a viver, cada vez mais, à conta das pessoas.

 

É (ou devia ser) normal que o Estado apoie os seus membros. E que, nas horas de aflição, redobre os auxílios.

 

Mas não. Cada vez podemos contar menos com o Estado. O Estado é que conta connosco. 

 

Em momentos de aperto, os cidadãos são os primeiros (os únicos?) a serem sacrificados.

 

Dizem que o Estado é para as pessoas. Mas a realidade mostra que as pessoas é que estão a ser para o Estado.

 

Ainda por cima, os mais pobres acabam por ser os que menos benefícios têm.

 

Apenas dois pequenos (mas significativos) sintomas.

 

O golfe viu a taxa de IVA descer de 23% para 6%.

 

O preço do gasóleo por litro para os iates de luxo ainda está abaixo de um euro.

 

Porque é que só são fortes com os fracos?

publicado por Theosfera às 14:45

De António a 15 de Março de 2011 às 15:30
"O golfe viu a taxa de IVA descer de 23% para 6%.

O preço do gasóleo por litro para os iates de luxo ainda está abaixo de um euro"

Depois ainda há quem se admire que as revoltas apareçam nas ruas.

Que fizemos do Cristianismo ?...


De Theosfera a 15 de Março de 2011 às 16:13
Pertinente pergunta, bom Amigo. Às vezes, parece que fazemos do Cristianismo o que ele nunca foi: uma espécie de anestesia, quando ele é um impulso à intervenção regeneradora no mundo.
Abraço amigo no Senhor e muito obrigado.

De Maria da Paz a 16 de Março de 2011 às 00:55

«Porque é que só são fortes com os fracos?»

Porque estamos entregues a um bando de ladrões (com algumas excepções, que nada podem fazer).

Mas "isto" é um nó górdio : se aparecesse aí um Homem superiormente inteligente, impecavelmente honesto e de recta intenção, com mão firme para segurar e promover este «povo que não se governa, nem se deixa governar», ... seria crucificado, mesmo ( e sobretudo) depois de morto - à boa maneira dos cobardes e hipócritas!
Se calhar é verdade a frase feita: «temos o que merecemos».
E estamos a pagar muitos disparates que dissemos e que fizemos.
Temo que, em Portugal, a vida se transforme, mais ainda, num Inferno. (Já é Inferno de privações e de humilhações para muitos: os mais pobres!) Vai chegar para todos - ou quase todos... Portugal mais parece o "Titanic" de má memória. Ó da guarda! Quem nos acode?
Afectuosamente,
Maria da Paz


De Theosfera a 16 de Março de 2011 às 06:39
Ex.ma Seenhora Dra: Muito obrigado por mais este contributo. Muita paz no Senhor Jesus.


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