O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 09 de Março de 2011

Os juros da dívida não param de subir. O desemprego não cessa de aumentar. Os combustíveis continuam a disparar. O descontentamento mantém-se em patamares elevados, oscilando entre o desespero e a desmotivação.

 

Portugal parece uma caldeira quase a ferver e assemelha-se a um vulcão perto de explodir.

 

Não estamos à beira de uma revolução. Estaremos, sim, na iminência de uma ebulição social.

 

O panorama é grave. Para muitos, o alvo já não é a classe política. É o vizinho, o colega, o empresário, o transeunte.

 

É, no fundo, toda a gente que se sente ameaçada. Os assaltos, mais que muitos, são um indicador de que, de noite ou de dia, já vale tudo.

 

Que, ao menos, os responsáveis não façam de conta. Que olhem para a realidade. E que tentem fazer alguma coisa para o povo. E com o povo.

 

Apesar de tudo, continuo a (querer) acreditar que melhor é possível. Ainda.

publicado por Theosfera às 00:00

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