O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 09 de Novembro de 2009

As sucessivas mortes de portugueses nas estradas de Espanha e, agora, no viaduto em Andorra trouxeram à lembrança esta monumentais palavras do Padre António Vieira: «Nascer pequeno, e morrer grande, é chegar a ser homem. Por isso nos deu Deus tão pouca terra para o nascimento, e tantas terras para a sepultura. Para nascer, pouca terra: para morrer, toda a terra: para nascer, Portugal: para morrer, o mundo».

 

Tragicamente belas (dir-se-ia) estas palavras.

publicado por Theosfera às 16:35

De Maria da Paz a 11 de Novembro de 2009 às 00:45

Querido Padre António Vieira:

«Imperador da língua portuguesa,...»
- como, lapidarmente, disse Fernando Pessoa!



«Filho peninsular e tropical

de Inácio de Loyola

aluno de Bandarra

e mestre de Fernando Pessoa,

no Quinto Império que sonhou, sonhava

o homem lusitano

à medida do mundo.

E foi ele o primeiro, original

No seu ser universal…

Misto de génio, mago e aventureiro.»

Assim disse, inspiradamente, Miguel Torga!



Maria da Paz




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