O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

Na neblina da informação, que nem sempre permite o acesso diáfano à realidade, os números começam a ser assustadores.

 

Fala-se já em dez mil mortos na Líbia.

 

É impossível antever o desfecho, mas creio ser possível meditar sobre os (ínvios) caminhos que estão a ser trilhados.

 

Há um líder que não separa o poder da existência. Para ele, sobreviver é mandar. Sem poder, não há vida.

 

Por isso é que ele diz que prefere morrer como mártir.

 

Não é seguramente por causa do povo, tanto mais que ele increpa rudemente os seus concidadãos apodando-os de «ratos»!

 

Trata-se dos extremos a que conduz uma autocracia desmedida.

 

O que tem de ser tem muita força. Força entremeada (infelizmente) com imenso sangue...

publicado por Theosfera às 10:50

De Dylan a 16 de Março de 2011 às 15:45
Se no caso egípcio, algumas pessoas acharam por bem que a comunidade internacional não interviesse no país afim de evitar serem acusados de ingerência nos assuntos internos de outros países, no caso da Líbia, a NATO devia mostrar a tiranetes da craveira de Khadafi, Chavez e Ahmadinejad, que o massacre da sua própria população devido a delírios ditatoriais, é a gota de água que faz transbordar o copo da paciência e dos valores ocidentais. Porque não é com discursos de "flower power" que se evitam atentados como o de Lockerbie, que se muda de um socialismo árabe miserável e opressor para uma democracia igualitária. A razão deve opor-se a alianças geoestratégicas e políticas, agora que as forças governamentais parecem reconquistar terreno aos rebeldes e o ajuste de contas do caduco regime líbio tresanda a sangue, superando a tragédia humanitária já em curso.


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