O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

Há um certo entorpecimento nos espíritos.

 

As coisas já são complicadas. Mas, como se isso não bastasse, há uma insistência obsessiva na sua amplificação.

 

As coisas, independetemente de serem positivas ou negativas, devem ser conhecidas. Mas daí até não se falar de mais nada vai uma grande distância.

 

Não sei se a realidade é o espelho da nossa alma ou se é a nossa alma o espelho da realidade.

 

Só sei que o panorama não é animador.

 

Há quem, ao falar ou ao escrever, vomite ódio e espirre violência.

 

Tropeçamos, a cada passo, com expressões de agressividade que até nos espantam.

 

Há tanto de bom que devia assomar à superfície.

 

Não poupemos no bem. A bondade é para ser usada. Sem constrangimento. 

publicado por Theosfera às 14:01

De António a 17 de Fevereiro de 2011 às 14:24
José Gil merece a minha maior admiração. Deixa a generalidade dos portugueses em desfavorável apreciação, mas, por muito que custe ouvi-lo e lê-lo, Portugal é ainda muito o território da inveja e da mediocridade. José Gil destaca-se pelo rigor da análise e pela não conformação com o " politicamente correcto". Fala serenamente, mostrando discursar com conhecimento reflexivo de causa. Se os nossos políticos o escutassem, poderíamos demorar menos tempo em sair desta letargia renitente, que nos tolhe as almas e as acções. Nós não somos um país de agentes mas de reagentes. E aplica-se-nos infelizmente de forma certeira aquele ditado da avestruz.O grande problema, do meu ponto de vista, não está na classe genericamente medíocre que nos tem desgovernado, já que ela apenas reflecte a mediocridade reinante do povo português.O problema está em nós, em cada um de nós, que não somos capazes de nos organizarmos em movimentos cívicos de reivindicação, exceptuando os casos pontuais das movimentações de cariz sindical.José Gil, entre tantas palavras sábias,diz:"Se há linhas de fuga, então procuremos as linhas de fuga. Elas estão sempre na nossa singularidade. O que me impressiona no Portugal normalizado de hoje é quão pouca diversidade existe na singularidade portuguesa".
Será que não tem razão ?...



De Theosfera a 17 de Fevereiro de 2011 às 15:43
Obrigado, bom Amigo, por este belo comentário, adornado com tão primorosa citação. Por vezes, sinto-me exilado aqui dentro, com esta combinação explosiva entre a inveja e a mediocridade. Partilho da sua admiração por José Gil. É dele a denúncia: em toda a parte, a inveja é um entimento; em Portugal, é um sistema, um sistema que delapida. Muito obrigado por tudo. Abraço amigo no Senhor.

De António a 17 de Fevereiro de 2011 às 19:49
Estimado Padre João António:

José Gil é de uma lucidez impressionante. Custa ler o que ele diz sobre Portugal e os portugueses mas, no que afirma, não vejo como ele não tenha razão.

Há,porém, algo de muito positivo em nós:

Somos um dos países mais pacíficos do mundo.

Em 2008, o relatório da Global Peace colocou-nos no 7º lugar a nível mundial.

A Irlanda também costuma aparecer nos lugares cimeiros.

A Espanha anda pelo 25º lugar.

Em 2010, a Nova Zelândia ficou em 1º lugar, a Islândia em 2º e o Japão num surpreendente 3º lugar.

Irlanda em 6º. Portugal em 13º. O Iraque e outros países islâmicos nos últimos lugares. Abraço amigo...

De Theosfera a 17 de Fevereiro de 2011 às 21:55
Obrigado, bom Amigo, por mais estes dados. Tudo de bom. Abraço amigo no Senhor.


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