O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 13 de Fevereiro de 2011

Jesus não é a destruição do já realizado, mas também não é a mera continuidade do já feito.

 

Ele é a renovação perene e a novidade total.

 

O Sermão da Montanha apresenta-nos várias antíteses em que ressalta, com supina clareza, a superação da Lei. Mesmo da Lei que se presumia de inspiração divina como era o caso da Torah.

 

É por isso que a fidelidade a Jesus não é fossilizável. Em Jesus ninguém estagna.

 

A Sua presença acompanha-nos em cada momento.

 

A história, numa perspectiva jesuânica e numa ambiência crística, não é apenas uma ciência. É, acima de tudo, uma construção.

 

A preocupação do cristão não pode ser, pois, manter a ordem instituída. O imperativo do cristão tem de ser sempre transformar.

 

Há um certo conservadorismo que não se coaduna com o espírito de Jesus.

 

Se Jesus fosse um conservador, os fariseus deixavam-No seguramente tranquilo.

 

É por tudo isto que Jesus não é somente a resposta às nossas perguntas. Ele é, sobretudo, a pergunta que desinstala as nossas respostas.

 

Jesus não está no previsível. Ele pulveriza os nossos arquétipos.

 

Ele é o critério para nós. Nenhum de nós é critério para Ele.

 

As Igrejas procuram ser o eco de Jesus? Ou resignam-se a ser a ressonância da ordem vigente?

publicado por Theosfera às 12:50

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