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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Na sua intervenção televisiva de ontem à noite, António Barreto chamou a atenção para o que se está a passar nos cortes dos vencimentos dos trabalhadores.

 

Igualizar o que é diferente é não só pouco estimulante como profundamente injusto.

 

Os cortes não deviam ser a eito ou cegos, como ele disse.

 

Era fundamental que se segregasse o trigo do joio.

 

Serviços competentes serem tratados como serviços que não funcionam é desolador.

 

Compensar o funcionário empreendedor como o funcionário incumpridor é injustificável.

 

Quando não se distingue o mérito, está a promover-se a mediocridade. Assim não vamos lá.

 

A meritocracia está a ser subjugada pela medianocracia.

 

Esta manhã está a ser inundada com notícias acerca de salários volumosos de gestores públicos.

 

O presidente do Banco de Portugal, por exemplo, ganha muito mais que o seu homólogo dos Estados Unidos.

 

Ontem, foi alvitrado que ninguém pudesse ganhar mais que o presidente da república.

 

Parece-me razoável. Como é que alguém que não está no topo pode ganhar mais do quem no topo se encontra?

 

Não se trata de inveja ou de miserabilismo. Trata-se de justiça.

 

E, num momento de crise, os sacrifícios não podem ser apenas para os mesmos: os sacrificados de sempre! 

publicado por Theosfera às 10:00

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