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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

Morreu um homem bom, culto e afável e pouca atenção foi dispensada. E, no entanto, ele ajudou-nos a viver num país livre e democrático.

 

O silenciamento da morte de Vítor Alves parece (diria ironicamente) um acto de censura generalizada. Da censura que o 25 de Abril, em que ele participou, eliminou.

 

O país está suspenso do que nos é dito acerca do homicídio de Carlos Castro.

 

Como era de prever, os julgamentos são constantes.

 

Tudo é trágico nisto, inclusive nas doses contínuas de informação.

 

Há duas tragédias e duas vítimas.

 

A um roubaram a vida. A outro estragaram o futuro.

 

Nada justifica este crime. Mas haverá muito a explicar este desenlace.

 

A esta hora, não deveríamos estar apenas a comentar a jusante o que se passou. Deveríamos, acima de tudo, reflectir a montante sobre opções que tomamos e cujo desfecho não conseguimos imaginar. 

 

Não seria mais proveitoso um pacto de silêncio para meditar no rumo da nossa existência pessoal e colectiva?

publicado por Theosfera às 11:54

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