O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

É uma das sensações mais impressivas que a idade nos fornece.

 

Vamos passando por lugares e as pessoas que lhes estavam associadas já lá não estão.

 

Um livro permanece. Podemos sempre relê-lo.

 

Uma pessoa também não passa. Podemos sempre recordá-la.

 

Mas é doloroso não poder senti-la, escutá-la.

 

As pessoas de bem fazem sempre falta.

 

É certo que não morrem. Nós é que vamos morrendo com elas.

 

O que somos deve-se, em grande medida, ao que elas foram.

 

O resto é o rasto.

 

Nunca estamos preparados para a morte.

 

Que estejamos sempre mobilizados para melhorar a vida.

 

Quando morre uma pessoa de bem, fica a colheita. Que fique também a semente.

 

O terreno não parece muito arável. Mas é sempre possível vencer as adversidades.

 

Cada vez estou mais persuadido de que, na hora que passa, as grandes referências não estão na televisão, nos jornais, nem na net.

 

É na rua que as encontramos.

 

São espécies raras. Devemos estimá-las. E conservar, religiosamente, o seu exemplo.

publicado por Theosfera às 11:06

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