O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2010

Nesta véspera de Natal, penso em todos: nos crentes e nos não crentes.

 

Deus veio e continua a vir para todos.

 

Que esta seja uma noite de reconciliação e de bonança, de verdade e de luz, de fé e de festa, de amor e de esperança, de alento e de paz.

 

Que ninguém se sinta só. Que o amor impere.

 

Deixemos que o Menino nasça. Deixemos que o Menino tome conta de nós!

 

Que a Paz de Deus a todos visite e em todos se instale.

 

Que a Paz de Deus não seja afastada de nenhum coração.

 

Que seja Natal esta noite, amanhã, todos os dias.

  

Um abraço muito grande para todos.

 

Mas, nesta noite santa, permite que me dirija particularmente a ti, Irmão.

 

 Nesta noite santa, sinto-me particularmente perto de Deus Criança, perto de Deus Pequeno, perto de Deus Pobre, perto de Deus Amor. Ou seja, sinto-me muito perto de ti. Perto de ti porque vejo Deus reluzindo na tua vida, transparecendo nos teus gestos.

 

Penso nas dificuldades da tua vida.  Penso nas injustiças que tens recebido. Penso nos contratempos que tens encontrado. Penso nas amarguras que tens coleccionado.

 

Nesta noite santa, estou (ainda mais) contigo. Não tenho palavras para te dizer. Tenho tão-somente uma comunhão para te assegurar.

 

Nesta época, acumulamos muitas lembranças. Mas somamos também bastantes esquecimentos.

 

Não trago soluções. Partilho a esperança que irradia do presépio.

 

 Queria dizer-te que, esta noite, vou celebrar a chamada Missa do Galo a pensar especialmente em ti que sofres.

 

 Sei que esta noite, para ti, ainda é mais sofrida, mais chorada. Sinto muito. Não leves a mal que pegue num dos pregões do Maio de 68 (evento que não me é especialmente benquisto) e te faça uma proposta: «Sejamos realistas; peçamos o impossível»!

 

 Sim, peçamos o impossível. Sei que, nesta hora, não lobrigas luz, Sei que, nesta hora, só te pesam trevas como breu.

 

 Mas o dia há-de chegar. E o sol brilhará. Crê-me muito a teu lado. Aliás, é meu estrito dever.

publicado por Theosfera às 00:03

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