O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 12 de Dezembro de 2010

O religioso não pertence às religiões; pertence à humanidade.

 

É como fenómeno humano (e não apenas religioso) que tem de ser tratado. Já é tempo.

 

Tudo o que seja para enquistar será também para empobrecer.

 

Daí que o religioso deva ser discutido não apenas nas igrejas e nos salões paroquiais.

 

O religioso é para ser debatido na praça pública.

 

Onde está o homem, aí está (também) a religião.

 

Inversamente, nada do que é humano pode ser visto como extra-religião.

 

Qualquer questão humana é, ipso facto, uma questão religiosa.

 

Na vida, não há compartimentos estanques.

 

Se alguma coisa a globalização nos tem ensinado é a interacção, a interdependência.

 

Tudo tem que ver com tudo.

 

Deus é (obviamente) uma questão teológica. Mas o homem não o é menos. Disse-o Hannah Arendt e a experiência confirma-o a cada instante.

 

A política, a cultura, a economia e o desporto não são, por isso, campos delimitados, magnitudes fechadas.

 

São áreas abertas. São questões (igualmente) teológicas.

 

Onde está o humano, aí tem de estar também o divino .

A única coisa que não se deve tolerar a uma religião é a indiferença e a desumanidade.

publicado por Theosfera às 11:00

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