O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 04 de Novembro de 2009

É pena que se veja a Cruz como um mero símbolo religioso. Aquele que nela morreu não é exclusivo de nenhum grupo (nem de nenhuma religião); é património de toda a humanidade.

 

A presença de um símbolo não obriga a qualquer adesão. Aponta para uma identidade, para uma memória.

 

Ainda hoje, de manhã, entrei num estabelecimento comercial cheio de imagens religiosas ao lado de símbolos clubísticos. Cada um adquire o que entende. Ninguém se sentirá incomodado com a presença daqueles sinais.

 

Aos membros da Associação Portuguesa da Laicidade gostaria de pedir um mínimo de serenidade e um máximo de tolerância.

 

A convivência faz-se sempre pela positiva, pela inclusão. Nunca me senti inibido junto dos irmãos não crentes. Que ninguém se sinta perturbado pela presença de Cristo.

 

Mas, no fundo, continuo a pensar que o principal problema não é Cristo, não é a Cruz. Somos nós, cristãos, que, muitas vezes, não honramos a Cruz.

 

publicado por Theosfera às 16:19

De António a 4 de Novembro de 2009 às 22:11
E não é Cristo contudo "monopolizado" por todos quantos se arvoram arrogantemente como os seus únicos e legítimos representantes, catalogando de "relativistas", quando não de "hereges", todos quantos interpretam os Evangelhos de forma diferente ?...


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